Coral Amigos de Santo Inácio, Rio de Janeiro, 2017


É com muita alegria que informamos a abertura de novas vagas para o Coral Amigos de Santo Inácio dedicado aos pais, alunos, ex-alunos, professores e funcionários do Colégio Santo Inácio e também a vizinhos amigos de Santo Inácio!
No ano de 2017 há uma importante novidade: as inscrições estão abertas também a crianças a partir de 09 anos acompanhadas de seus pais ou responsáveis que sejam integrantes do coro. Desta forma busca-se assim integrar ainda mais a comunidade dos amigos de Santo Inácio e suas famílias.

Este é o formulário de pré-inscrição para as Audições de Classificação Vocal do Coral Amigos de Santo Inácio. Os inscritos  receberão um e-mail, confirmando a sua inscrição. 

https://goo.gl/forms/Ih3P2ECNKvrv09Pi1

Os participantes terão aulas de:

  • Técnica Vocal para Coro

  • Elementos Básicos de Teoria Musical
    Os ensaios acontecem às quintas-feiras, das 18h30 às 20h30 na Igreja Santo Inácio.

As vagas são limitadas e as inscrições se encerram em 08 de março de 2017.

Não há taxa de participação.
Boa Sorte!!!

Estêvão Moreira 

Diretor artístico

CORAL AMIGOS DE SANTO INÁCIO

Wittgenstein e pesquisa em Música e Educação no Brasil


Ao trazermos as reflexões de Wittgenstein para o campo da educação musical, espero poder contribuir com uma abordagem que até então não encontrada em pesquisas no campo da educação musical, no Brasil. Para isto foram tomadas como principal referência as produções das duas principais associações brasileiras de pesquisa, a saber: os Anais de Encontros e Congressos da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música (ANPPOM) e os Anais e Revistas da Associação Brasileira de educação musical (ABEM). Considerando, no entanto, que tal corpus é por demais extenso a uma análise mais aprofundada, por isso foram feitas buscas de alusões à Wittgenstein, verificando em que ocasiões sua obra é utilizada como referencial, ou somente citada. Limitando ainda mais este corpus, adotou-se somente o material disponível na Internet, considerando a exequibilidade desta busca panorâmica, possibilitada pelas ferramentas de navegação e buscas textuais que permitem localizar palavras com muita rapidez. Quando as menções à Wittgenstein foram encontradas, estas foram contextualizadas dentro dos textos para que se pudesse ter a compreensão dos empregos das ideias de Wittgenstein, se estas figuravam como referencial teórico ou apenas citação complementar – para ficar em dois pólos.

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E-book: Investigações Filosóficas sobre Linguagem, Música e Educação. O que é isso que chamam de música?


Curta a página www.facebook.com/issoquechamamdemusica e fique por dentro do lançamento do e-book “Investigações Filosóficas sobre Linguagem, Música e Educação. O que é isso que chamam de música?” de Estevão Moreira.

“Apesar de Wittgenstein não ter elaborado uma Filosofia da Educação, as críticas ao ensino ostensivo e à concepção agostiniana de linguagem, bem como o desenvolvimento da ideia dos jogos de linguagem, evidenciando a complexidade da linguagem – e de seus limites –, são um importante fundamento “para que os educadores se contraponham à unidimensionalidade da razão e do uso na linguagem pelas teorias e práticas pedagógicas” (LOURENÇO, 2008, p.19). O conceito de jogos de linguagem, pautado na multiplicidade de linguagens, “abre caminhos para o pensar na educação, tendo em vista uma experiência que não é referencial, mas que envolve formas de vida” (LOURENÇO, 2008, p.31). Neste sentido, considerando esta multiplicidade de jogos de linguagem e formas de vida, constata-se também uma multiplicidade de possibilidades para as quais a educação deve se abrir” ( pp 228-229).

Conteúdo Colaborativo — Arranjos Didáticos


Caros Professores,

Criei uma página de Compartilhamento de Arranjos Didáticos para ser alimentada colaborativamente.

O objetivo é fazer arranjos especificamente para serem tocados e/ou cantados por alunos de diferentes níveis de desenvolvimento técnico, de modo que uns ajudem/aprendam [com] os outros.

O endereço é:
http://www.facebook.com/ArranjosDidaticos

Compartilhe!

Um abraço,


Estevão Moreira

Defesa de Mestrado: Investigações Filosóficas sobre Linguagem, Música e Educação na Perspectiva de uma Pragmática Wittgensteiniana. (O que é isso que chamam de música?)


Data: 26/08/2011
Horário: 14:00
Sala Guerra Peixe
Instituto Villa-Lobos (PPGM-UNIRIO)

MOREIRA, José Estevão. Investigações Filosóficas sobre Linguagem, Música e Educação na Perspectiva de Uma Pragmática Wittgensteiniana. (O que é isso que chamam de música?) 2011. Dissertação (Mestrado em Música) – Programa de Pós-Graduação em Música, Centro de Letras e Artes, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Banca Examinadora:

_Prof. Dr. Paulo Pinheiro — UNIRIO (Orientador)

_Prof. Dra. Carole Gubernikoff — UNIRIO

_Prof. Dra. Maya Suemi Lemos — UERJ

RESUMO

A presente dissertação se propõe a realizar uma investigação filosófica* sobre música, linguagem e educação a partir da pragmática wittgensteiniana. No entanto, tal delimitação – música, linguagem e educação – seria insuficiente para dar a tônica da investigação aqui realizada, pois a abrangência deste recorte poderia escapar por entre os dedos, devido à sua dimensão e volatilidade. Mesmo antes de definir os campos da filosofia, música e educação aqui estudados, é preciso dizer que a presente pesquisa tem como proposta a apresentação de uma abordagem da educação musical do ponto de vista da linguagem. A hipótese motriz deste trabalho reside na suspeita de que a palavra “música” – e todo um léxico – evoca diversas e até divergentes concepções, que não são possíveis de se conhecer senão na práxis, nas ações. Tais questões são consideradas a partir dos conceitos de jogos de linguagem, formas de vida e o argumento da impossibilidade de uma linguagem privada, de Wittgenstein. Desenvolve-se, a partir do conceito dos jogos de linguagem, a ideia de que pressupostos tácitos são partilhados em contextos específicos, nos quais se empregue a palavra “música”. Problematiza-se também a corriqueira ideia de “linguagem musical” – a partir das diferentes concepções de linguagem – bem como suas implicações para o campo da música e da educação abrangendo assim à dimensão ética e estética da educação musical a partir da ótica wittgensteiniana. Trata-se portanto do campo dos valores, daquilo que não se diz e que é silenciado não podendo ser enunciado. A partir destas questões, busca-se pensar em algumas propostas para a educação e, sobretudo, para a educação musical.

(*) O título faz alusão às Investigações Filosóficas (1953) obra de Ludwig Wittgenstein, referencial central da dissertação.

Palavras-chave: 1. Educação Musical. 2. Filosofia da Linguagem. 3. Wittgenstein. 4. Pragmática. 5. Ética e Estética.

Oficina Sonoridades Indígenas II com Pedro Paulo Salles (USP)


O QUE?: “Sonoridades Indigenas II” ministrada pelo professor Pedro Paulo Salles, da USP

QUANDO?: 2 de julho (sábado) das 9:00 às 13:00.

ONDE?: Departamento de Música da USP

Retificando:

Inscrições gratuitas PARA SÓCIOS do FLADEM (ver cartaz)

A taxa de associação ao FLADEM (Fórum Latino Americano de Educação Musical) é de R$ 30,00

A oficina SONORIDADES INDÍGENAS pretende apresentar aspectos da música indígena e de seus significados simbólicos, a partir de aspectos cosmológicos, organológicos e musicais. Desenvolvimentos práticos com instrumentos, canto e dança trarão os conceitos trabalhados para o campo da experiência e despertarão reflexões sobre seu uso na educação musical (release).

Música, Linguagem e Educação: na perspectiva de uma pragmática wittgensteiniana


Resumo: Wittgenstein percebe que, nas diferentes situações e contextos nos quais a linguagem é empregada, não há nenhum limite traçado e este se delineia somente com a linguagem posta em ação. (O próprio conceito de “linguagem” em Wittgenstein não é único). Para se referir a esta “constatação” dos usos contextualizados do que chama de linguagem, o filósofo desenvolve o conceito de jogos de linguagem –fundamental para a “pragmática” wittgensteiniana. Uma preocupação com a educação musical, a partir da linguagem, que atente para tais aspectos de uma pragmática wittgensteiniana, deverá – metodologicamente – levar em consideração que a palavra “música” apresenta tantas concepções e usos quantos diferentes forem os contextos nos quais seja empregada. No entanto, não somente o termo “música” mas todo um léxico empregado nas práticas musicais pode ser passível de uma reflexão crítica.

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Palavras chave: educação musical, linguagem, wittgenstein.