A musica que respiramos

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A música é tão presente em nossas vidas, que nem nos damos conta. Poderíamos fazer um paralelo de raciocínio com a ideia de que o ar (mais especificamente, o oxigênio) é tão importante que não nos damos conta de sua presença; somente na sua ausência é que nos damos conta de quão indispensável ele é. Seguindo este pensamento, poderíamos dizer que a ação da música, qual o oxigênio, em nossas vidas ocorre sem que percebamos.
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E-book: Investigações Filosóficas sobre Linguagem, Música e Educação. O que é isso que chamam de música?


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“Apesar de Wittgenstein não ter elaborado uma Filosofia da Educação, as críticas ao ensino ostensivo e à concepção agostiniana de linguagem, bem como o desenvolvimento da ideia dos jogos de linguagem, evidenciando a complexidade da linguagem – e de seus limites –, são um importante fundamento “para que os educadores se contraponham à unidimensionalidade da razão e do uso na linguagem pelas teorias e práticas pedagógicas” (LOURENÇO, 2008, p.19). O conceito de jogos de linguagem, pautado na multiplicidade de linguagens, “abre caminhos para o pensar na educação, tendo em vista uma experiência que não é referencial, mas que envolve formas de vida” (LOURENÇO, 2008, p.31). Neste sentido, considerando esta multiplicidade de jogos de linguagem e formas de vida, constata-se também uma multiplicidade de possibilidades para as quais a educação deve se abrir” ( pp 228-229).