Todo mundo sabe música! O Palco Aberto na Escola

Destacado


Para além dos muros das salas de aula e dos currículos legais e ocultos, a escola também é feita, sobretudo, de pessoas. O somatório das identidades contribui para a constituição do ambiente cultural da comunidade educativa: professores, estudantes, dirigentes, colaboradores, pais, convidados etc. Esta noção de ambiente cultural – de certo modo uma expressão pleonástica, uma vez que um ambiente já fomenta sua cultura na relação entre condições de possibilidades versus condições favoráveis – é muito importante pois que é a resultante global de um contexto complexo dentro do qual os indivíduos vivem e com o qual dialogam. Qualquer intervenção neste contexto, a depender de sua força, tem um impacto sistêmico nesta comunidade. A música, neste estado de coisas, a pretexto de estética, tem uma função ética. Explico.

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“A Dança do Tempo”


Estava navegando na internet e encontrei este vídeo no Youtube de uma música que escrevi para uma peça de teatro da Cia dos Ditos Cujos chamada “Amor que é de mentira ou mentira que é de amor“.

Escrevi a melodia e mostrei para Bruno Menegatti (viola) e Maurício Braz (clarinete) e então criamos o arranjo coletivamente junto com a encenação dos atores para a qual ela foi criada. Foi uma experiência muito interessante tocar com estes dois grandes amigos e músicos.

A música tocada por nós — trio Choros e Serestas — pode ser ouvida no vídeo: