Congresso da Sofie (Sociedade Brasileira de Filosofia da Educação) 


[Encaminhando msg de e-mail]

Colegas,
Reenvio a chamada de trabalhos para o II Congresso da SOFIE, agora com o link para a página do evento: http://www.fe.unicamp.br/sofie2016/index.html

Peço-lhes dar ampla divulgação.
Esperamos por vocês em Campinas em setembro.
abraços,

Silvio

Prof. Dr. Sílvio Gallo
Departamento de Filosofia e História da Educação
Faculdade de Educação – UNICAMP

DIZEI O QUE VEICULAS E TE DIREI O QUE [NÃO] QUEREIS FOMENTAR


Certo dia estava com meus filhos na rua e eles queriam comprar figurinhas na banca. Lá fomos. Chegando na banca a primeira coisa que percebi foi uma revista de mulheres nuas a cerca de um metro do chão, isto é, NA ALTURA DOS OLHOS DAS CRIANÇAS QUE ALI PASSAVAM PARA IR PARA A ESCOLA. (E não era preciso se demorar pra ver a revista, pois ela estava posicionada em um dos pontos estratégicos da banca, aquele em que vc passa e vê o que estiver exposto, sem saber que já está vendo. O sniper pronto para abater seu público alvo. Coisas que só a propaganda faz).  Continuar lendo

O dever ser da educação musical


Como DEVE ser a educação musical? Esta resposta está na verdade comprometida com a visão de mundo da comunidade onde a música é presente, apreendida e até, por vezes ensinada. Este é o “dever ser” teleológico. Por outro lado, há um outro “deve ser” que é metodológico e que se alinha à finalidade (telos) da educação musical que se pretende seja onde for. Assim sendo, afirmaria que, do ponto de vista metodológico, o ensino de música e a educação musical DEVEM levar em consideração a música que há “dentro” e “entre” as pessoas, partindo do princípio que TODO MUNDO sabe música em alguma medida. O professor, sobretudo o que muito aprende, poderá propiciar condições para experiências, resignificações, construções e novas aprendizagens musicais, assim como, com simplicidade (e meros 3 minutos), Bobby Mcferrin demonstra neste singelo exemplo.

XXII Seminário Latinoamericano de Educação Musical

Nota


O Fórum Latinoamericano de Educação Musical

FLADEM

convida para participar do

XXII Seminário Latinoamericano de Educação Musical

“Pedagogias Musicais abertas na América Latina: mitos, utopias e realidades” conjuntamente com a 22ª Assembleia Anual do FLADEM na cidade de Buenos Aires – Argentina de 24 a 28 de Julho de 2016

PRIMEIRA CONVOCATÓRIA
O Fórum Latino-Americano de Educação Musical FLADEM convoca educadores musicais, pesquisadores, estudantes de todos os níveis e demais profissionais interessados em participar do XXII Seminário Latino-Americano que será realizado conjuntamente com a 22ª Assembleia Anual Ordinária, na cidade de Buenos Aires – Argentina, no período de 24 a 28 de julho de 2016.

TEMÁTICAS:
a. Os modelos abertos de Educação Musical. Atualização da didática, da linguagem musical e dos instrumentos em contextos institucionais e não institucionais. Análise crítica, pesquisas e formulação de propostas transformadoras.
b. Problemas didático-pedagógicos nas instituições de formação musical e docente. A função dos grupos gestores. Ações e resultados.
c. O FLADEM como potencial fomentador de políticas públicas nos países do continente. Sua posição frente às definições curriculares e às possíveis políticas de exclusão ou limitação da Educação Musical como especialidade.
d. A pesquisa em Educação Musical como geradora de mudanças concretas e significativas nos modelos didático-pedagógicos e metodológicos. Análise crítica da atual situação.

OBJETIVOS GERAIS DO XXII SEMINÁRIO:
· Oferecer um espaço de reflexão e análise acerca dos processos de musicalização nos distintos contextos continentais sob o prisma pedagógico e ideológico do FLADEM;
· Promover aos participantes opções de intercâmbio de experiências e análise de situações concretas a partir da realidade latinoamericana e geração de conclusões em função da temática central do Seminário;
· Formular estratégias de trabalho para articulação de uma Rede Profissional solidária e operativa através do continente latinoamericano, vinculada aos educadores musicais, às instituições educativas e às necessidades locais relativas à Educação Musical;
· Promover a difusão de materiais, propostas ideológicas e metodológicas de Educação Musical produzidos na América Latina, de acordo com os princípios da instituição e a temática do XXII Seminário ;
· Sistematizar a ação das sessões nacionais do FLADEM com a finalidade de contribuir para o fortalecimento das mesmas, com vistas a uma ampla e contínua projeção nas políticas públicas dos distintos países;
· Gerar aportes pedagógico-musicais a partir da investigação, experimentação e reflexão sobre os processos e modalidades de formação musical no âmbito institucional e não institucional.

Agradecemos a atenção para esta informação.

Consultas:
seminario-informes@fladem.info

Baixar arquivos:
http://www.fladem.info

Lima, Peru -Secretaria Geral
FLADEM INTERNACIONAL
flademsec@hotmail.com

Música também é feita de sons


“Mas a gente sabe o que quer dizer quando diz música!”. A partir da pragmática wittgenteiniana, é exatamente   o   que   está  se buscando   elucidar, neste livro, e não o contrário. No entanto,leva-­se em consideração   que   há   várias   formas   de   se compreender “música” em diferentes situações e jogos de linguagem.   Porém, poderia   objetar­-se   “Então você está dizendo que música não necessariamente se refere aos
sons?”.  Continuar lendo

Revista Cult O filósofo e o detetive – Revista Cult


Neste interessante ensaio de Joao da Penha pode-se ter uma ideia do pensamento de Ludwig Wittgenstein (autor de conceitos muito caros à filosofia contemporânea e que serviram também de referencial teórico para o livro Investigações Filosóficas sobre Musica e Educação, “o que é isso que chamam de música?“). Em estilo de romance policial, Joao da Penha apresenta-nos o “assassino em série” que teria entre suas vitmas nada menos que Sócrates, São Tomás de Aquino, Spinoza, Kant, Bertrand Russell, Dickens, Byron, Keats.

Segue um trecho do ensaio, o qual recomendo como leitura breve.

“Trata-se de um indivíduo sem ficha policial. Um primário, portanto. Diz-se filósofo. O crime de que o acusam é de ter escrito muito. Mas que mal há nisso? Escreveu muito complicado, respondem seus acusadores. Seu pensamento é insólito, insistem. Destoa dos padrões habituais. A língua que usa para se expressar já é por si só complicada, o alemão, que ele se compraz em tornar mais difícil, criando uma sintaxe muito particular. Fala em “jogos de linguagem”, “formas de vida”, “proposição”, “gramática”, “enfeitiçamento do intelecto”, “linguagem privada”, nega a existência de problemas filosóficos, etc. As acusações se acumulando, só restou investigar a vida do indigitado.

O texto integral pode ser lido no seguinte endereço:

http://revistacult.uol.com.br/home/2010/03/ensaio-do-filosofo-joao-da-penha/

Estevão Moreira, Rio de Janeiro-RJ


Clique na imagem do livro para fazer download. 

Livro Estevão Capa

Sobre o autor: Estevão Moreira, professor, compositor e regente. Licenciado em Música pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre em Educação Musical pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Foi representante estadual da Associação Brasileira de Educação Musical – ABEM – no ano de 2012. Atualmente, é professor de música e gestor cultural no Colégio Santo Inácio (ver entrevista).


Leia também:

A música que respiramos

A musica que respiramos

Destacado


A música é tão presente em nossas vidas, que nem nos damos conta. Poderíamos fazer um paralelo de raciocínio com a ideia de que o ar (mais especificamente, o oxigênio) é tão importante que não nos damos conta de sua presença; somente na sua ausência é que nos damos conta de quão indispensável ele é. Seguindo este pensamento, poderíamos dizer que a ação da música, qual o oxigênio, em nossas vidas ocorre sem que percebamos.
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